Os metroviários do Distrito Federal, em assembleia realizada no domingo (8), decidiram deflagrar greve a partir da segunda-feira (16). Eles reivindicam reajuste salarial. Os metroviários também reivindicam melhores condições de trabalho. Na manhã de segunda-feira, por exemplo, os trens pararam de funcionar por causa de roubo de cabos. Em 2017 houve, também, um incêndio no Metrô.

No fim do ano passado, os metroviários fizeram uma greve que durou 40 dias. A categoria voltou a trabalhar em 19 de dezembro de 2017 depois de decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10). Por isso, o tribunal definiu que os metroviários não teriam de pagar multa nem compensar os dias parados. A partir de então, o Metrô-DF teria 90 dias para ajustar os salários dos funcionários (em 8,4%), de acordo com a convenção coletiva da categoria de 2015, além de um ano para quitar as parcelas retroativas. A sentença do grupo que trata de dissídios coletivos foi unânime. Segundo os desembargadores, o fato de os metroviários não terem recebido o reajuste da convenção coletiva de 2015 tornava a reivindicação justa e legal.

Uma nova assembleia para avaliar a deflagração da greve está marcada para o domingo (15).

A Tribuna Classista apoia a luta dos metroviários do Distrito Federal!

Toda força à greve!

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